Olá meninas, tudo bem? Muitas de nós mulheres sonhamos com o dia em que teremos um baby para embalar e mimar não é? Mas o que será melhor, parto normal ou cesárea? Ou pior, será que a mulher tem esse poder de escolha?

A OMS (Organização Mundial da Saúde) estabelece que o ideal é que ao menos 85% dos partos sejam normais. O número de cesáreas englobaria apenas os casos nos quais a cirurgia é necessária para salvar a vida da mãe ou do feto, de acordo com um obstetraNo entanto, no Brasil a realidade é outra.

Assim como em diversos outros pontos, nosso país não segue o recomendado pela organização internacional. Um estudo recente feito pela ANS (Agência Nacional de Saúde) indica que 84,5% dos partos feitos na rede privada são cesáreas, sendo que em algumas operadoras de saúde esse percentual chega a 100%. A questão não é qual é o “melhor” mas sim se a mulher tem o poder de decisão.

Gestantes merecem atenção e carinho

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A violência obstétrica inclui a indução da cesárea, a episiotomia sem o consentimento da mulher e frases violentas. Muitas são impedidas de ter um acompanhante no momento do parto e isso pode influenciar seu estado emocional, que já está abalado pelas mudanças hormonais da gravidez e a proximidade do nascimento.

O parto humanizado tem ganhado cada vez mais atenção, sendo recomendado sempre. Mesmo que a mulher esteja em situação delicada e precise de uma cesárea, ela não deve ser imposta pelo medo, mas sim, delicadamente decidida. Isso é humanizar o parto, trazer à gestante um ambiente confortável e acolhedor, tratando-a como um ser humano.

Partos alternativos

Até mesmo na rede pública, ainda que em pouquíssimos lugares, é possível fugir da cesárea e ter o bebê de formas alternativas, como:

  • Posições diferentes;
  • Banheira;
  • Cadeira de parto.

Além da posição, é possível utilizar acupuntura, caminhadas e florais para diminuir a dor das contrações e não utilizar anestesia, quando a mulher assim desejar. Muitas querem estar completamente lúcidas e sem medicamentos em seu corpo no momento que o bebê nascer. A forma com que será conduzido o parto deve sempre ser uma escolha da mulher e ninguém têm o direito de interferir nessa escolha.